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5.08.2012

Críticas? Á Próximo

  É uma das verdades da vida. Sempre, independente de quem, quando, onde, como, porque... sempre há alguém que nos critica e nos põe no fundo do poço. 
  Dependendo da crítica, no final, só nos resta o poço, mas quando ela vem acompanhada de uma coisa boa (raramente) ela também nos deixa uma escada pra voltar para a Terra. 
  Esse alguém que te critica pode ser da família, amigos, trabalho, e blá-blá-blá... Mas, geralmente, é alguém próximo á você e quem tem tamanha liberdade para falar coisas assim. Normalmente, amigos é agente que escolhe, então é mais geral esse alguém ser da família. Porque dependendo do grau de familiaridade agente nem pode contestar, mas é horrível, porque agente reprime as coisas e reprimir nunca, NUNCA, é o melhor remédio. 
  E essas "críticas familiares" nunca são boas (há a crítica ruim e a boa). São sempre chutes no estomago. Elas doem tanto, que deixam feridas dentro de nós. Feridas que talvez, por ironia do destino, não vão melhorar. Mas isso só acontece com pessoas fracas, não com otimistas. 
  Primeiramente,  nós nos sentiríamos culpados pois iriamos criticar a pessoa também, mas o grau de familiaridade nos impediria algumas vezes. Em segundo lugar, nós iriamos retrucar sim, sem pensar duas vezes, re-xingar e criticar novamente só que mais forte. 
  O rebaixamento que essas criticas nos fornecem é muito baixo mesmo, é no fundo do poço? Mais um pouco abaixo! 
  A culpa também nos faria arrepender-nos depois.
  Eu acho que a crítica é algo que nós podemos regular, agente tem que saber o que falar e quando, porque isso é necessário. Quem abre a boca pro mundo e só fala coisa ruim, nem merecia abrir a boca.
  Saber criticar é para poucos, e criticar não é só falar mal, é saber os pontos fracos e os fortes, até quando não tiver. 
  Um bom critico sabe o que faz, sabe o que falar para não acabar de vez com a vontade e perspectiva de quem está sendo criticado. É essa a diferença de uma pessoa que sabe o que faz para uma que não tem ideia do que fala. 
  Acontece mais ou menos assim: você faz uma coisa nova, um projeto novo, uma nova vida, qualquer coisa de que você ainda tem esperanças. Aí se mete alguém que não tinha nada a ver com aquilo e começa a falar abobrinhas, sabe?
  Essas pessoas precisam se tocar, tomar chá-de-se-mancol, perceber o que elas estão fazendo com a pessoa.
  Eu não estou falando de erros, estou falando de determinação. Se você errou, merece uma crítica até aprender aquilo e torná-lo certo. Mas a "crítica familiar" se encaixa em qualquer coisa que você fizer. 
    Se você é um crítico familiar, presta atenção no que você diz e tente não machucar as pessoas. 


   
    

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